PATROCÍNIO

Notícia em destaque


Limpeza da caixa d’água do condomínio: um lembrete importante



A qualidade da água é uma preocupação constante, e dentro de um condomínio, onde as caixas d’água são compartilhadas, é muito importante estar atento aos cuidados e manutenção para que a água seja higienizada e apropriada para o uso, sem possibilidade de contaminação. Por isso, esse é um dos principais itens dentro da manutenção predial, sendo que a responsabilidade pela água que chega nos reservatórios é da companhia estadual apenas até o momento em que chega até o reservatório dos clientes.

Uma grande parte das doenças existentes hoje estão direta ou indiretamente ligadas à água, e esse é mais um dos motivos para se preocupar com a limpeza das caixas, que devem ser feitas pelo menos uma vez a cada seis meses, principalmente em prédios e casas com tubulações mais antigas, que podem carregar resíduos e barros para onde o líquido é armazenado, além de animais que podem, por descuido de uma caixa aberta, por exemplo, beber a água ou urinar nela, causando a contaminação, isso sem falar no risco iminente da proliferação do mosquito da Dengue, Zika e Chikungunya.

A limpeza da caixa d’água não é uma tarefa complexa, e dura em média meia hora, lembrando que, enquanto um reservatório é higienizado, o outro continua abastecendo os moradores na maioria dos casos. Se por acaso o abastecimento de água for interrompido, os moradores precisam ser avisados com antecedência para se programarem para a falta do recurso ou para redução do uso. Em alguns estados, como em São Paulo, essa manutenção é regida por lei, que obriga a limpeza pelo menos duas vezes ao ano.

Para quem quer preparar o condomínio para as estações mais quentes, com uso mais frequente de água, a dica é programar a limpeza para os meses de fevereiro e outubro, o que já deixa tudo em ordem também para o Inverno. É muito importante lembrar que as empresas contratadas para a manutenção precisam ter o alvará da Vigilância Sanitária e dominarem todo o processo, incluindo uma correta análise bacteriológica, zelando assim pela qualidade da água e pelo bem-estar dos condôminos, e que tudo seja orçado e fiscalizado pelo síndico e/ou zelador. Após a limpeza, é importante que seja realizado o teste de potabilidade da água, que identifica a presença de bactérias e germes nocivos à saúde humana, e ainda mede o Ph e a presença de resíduos; o INEA – Instituto Estadual do Ambiente pode realizar vistorias periódicas nos condomínios para checar se a limpeza das caixas está em dia, e os locais estão sujeitos a multas se algo estiver inadequado.

Fonte: Nextin

Últimas notícias