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Novos desembargadores no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro


26 de novembro de 2014

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) promoveu, nesta segunda-feira, dia 24, os juízes José Nilo Ferreira e Adriana Lopes Moutinho aos cargos de desembargador. As promoções, por antiguidade e merecimento, respectivamente, ocorreram durante a sessão do Órgão Especial, nas vagas decorrentes da aposentadoria dos desembargadores Paulo Maurício Pereira (antiguidade) e Ivone Ferreira Caetano (merecimento).

Durante a posse dos dois magistrados, a presidente do TJRJ, desembargadora Leila Mariano, destacou um ponto em comum nos dois novos desembargadores: a simplicidade.

“Estamos hoje recebendo dois colegas do mais alto nível técnico e da maior humanidade. São colegas muito simples, que primaram sempre por deixar ir à frente seu trabalho. Hoje, são recebidos nessa casa com plenário bastante cheio”, disse a desembargadora. A posse dos magistrados contou com a presença do ministro do Superior Tribunal de Justiça Marco Aurélio Buzzi.  

O desembargador José Nilo Ferreira ingressou na magistratura em 1982, sendo o magistrado com mais tempo de atividade na 1ª instância. Nos últimos 22 anos, esteve à frente da Regional de Santa Cruz. Antes, atuou nas comarcas de Barra do Piraí, Piraí, Valença, Resende, Rio Claro e Volta Redonda.

A desembargadora Adriana Lopes Moutinho tomou posse como juíza em 1993. Desde fevereiro de 2011, atuou como juíza-auxiliar da Corregedoria de Justiça. Integra a Comissão de Segurança Institucional do Poder Judiciário, a Comissão Mista Institucional que estuda a implantação do sistema de videoconferência, da Comissão Judiciária de Articulação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, da Comissão de Concurso Público para outorga de delegações das atividades notariais, do Grupo de Implementação e Gerenciamento do Banco Nacional de Mandados de Prisão e do Grupo Executivo de Trabalho para ampliação do sistema de videoconferência. Também foi juíza criminal em São João de Meriti e Jacarepaguá.

Fonte : TJ/RJ (24/11)

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